Quais as empresas que sobreviverão a esta CRISE?

Acho que estas são as grandes perguntas do momento, não?
Acho também que todos querem saber da resposta, não?
Duas simplórias questões para uma única resposta.

Pois é, interessante se analisarmos estas duas indagações, em qualquer que seja o prisma nos dias atuais, onde “PESSOAS” passou a ser o principal ativo de toda empresa de sucesso, a resposta será sempre única: TREINAMENTO PARA O CONSEQUENTE APERFEIÇOAMENTO DE PROCEDIMENTOS!
Em seu best seller “Desafiando Talentos – Mitos e Verdades”, Geoff Colvin defende a idéia que talento não é um dom, mas um resultado de persistência e longo treinamento.

Nesse momento é fundamental que aqueles que detêm o sentimento do empreendedorismo (tanto no lado empresarial como profissional) invistam em capacitação para a maximização do poder da inteligência, pois em tempos de dificuldades o desempenho brilhante é uma questão não só de diferencial, mas de sobrevivência.

Foco, vontade, perseverança e prática, são as ferramentas aguçadas quando o treinamento passa a ser o carro-chefe de uma pretensão. O desenvolvimento das potencialidades é a consequência de tudo isso. É a prática insistente de “se fazer melhor” que faz surgir o reconhecimento do chamado TALENTO. Que o diga o jogador Zico do Flamengo que após o encerramento de todo treino, chegava a ficar sozinho no campo para bater cerca de 200 chutes a gol, ensaiando assim, milimetricamente, por onde a bola deveria passar na hora da falta, levando em consideração o posicionamento da barreira, a distância do gol, o lugar do goleiro e, pasmem, a desenvoltura do vento. Tudo em função de como fazer a torcida gritar e o seu time ganhar. Todavia, foi isso, esse além, essa exaustão, que o fez se tornar um dos mais perfeitos cobradores de falta do mundo.

É essa a prática que precisam empresas e trabalhadores: a da insistência, embora muitos achem que não adianta; a do ter que acreditar mais em si, quando muitos achem que o segredo está lá fora e nos outros; a prática do conhecimento transformado em referencial;
Se você me perguntar se talento nato existe, eu respondei claro que sim, mas talento sem prática é como um navio ancorado – ele não foi feito para isso.

Quando se fala em já se nascer como um talento próprio, todos lembram logo de Mozart que ainda uma criança de seis anos já tocava divinamente piano. Porém, esquecem-se que um homem chamado Leopold Mozart, seu pai, que era inclusive músico e tinha como sonho ver um filho como tal, criou um programa de treinamento intensivo para aquela criança, quando ele não tinha três anos completos de idade. Começar cedo foi a ferramenta encontrada pelo pai de Mozart para que ele se tornasse um marco na história da música.

Então, aproveitem esse fantástico momento de oportunidades e invistam na capacitação, na sensibilização da importância do QUERER humano na busca da concretização de uma pretensão e assim, as dificuldades serão transformadas em oportunidades.

Acredite nisso e até a próxima.

Gonçalo Pontes Júnior