Sensação do dever cumprido
Quantas pessoas conseguem sair da empresa e, após um dia de trabalho, sentir a sensação do dever cumprido? Não estou falando de o mero dever cumprido, ou seja, apenas ter feito o que se espera ou mesmo ter feito “jus ao seu salário”, mas sim a sensação de ter feito mais do que se esperava; que cumpriu além do que prometeu; que nada do que tinha que fazer ficou pela metade; que não arranjou desculpas pelo “não feito”’ que, apesar da crise os seus resultados surpreenderam e por aí vai. Essa é a sensação do bem estar profissional – o comportamento que mais o mercado busca.
Algumas pessoas vivem intensamente essa sensação e com isso conseguem crescer nas adversidades. Outras tantas (a maioria) desanimam e colocam a culpa em fatos ou pessoas pelo insucesso “perseguido”, ou seja, aquele que se consegue pela inércia e acomodação.
Em muitas ocasiões fico cá com os meus botões pensando: como é grande a capacidade de as pessoas se fazerem infelizes!
Admiro aqueles que não se permitem a derrota ou, no mínimo a vendem caro.
San Walton, em uma de suas palestras para seus colaboradores, falando de seus investimentos para esse ano, foi indagado por um repórter: Sr. Watson e a crise? E ele prontamente respondeu: sobre isso já deliberamos – o grupo Wall Mart resolveu que não irá participar dela!
O mais importante de tudo é que você não precisa de ninguém para em um final de dia de trabalho ter essa sensação de dever cumprido – e com ela ser o diferencial de sua empresa.
Pense nisso e até a próxima.